Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Tchequi

Francisco Rizzardo · nasceu em 1961

Tchequi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2006PDT2008PDT2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualVereadorPartidoPDT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, ensino médio, despachante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PDT 12444· centro-esquerda
    suplente
  2. 2008
    PDT 12444· centro-esquerda· na urna, Francisco Rizzardo - Tchequi
    suplente
  3. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PDT 12444· centro-esquerda· na urna, Francisco Rizzardo - Tchequi
    suplente3.202 votos; 258º mais votado de 486 no estado
  4. 2004
    PDT 12444· centro-esquerda· na urna, Francisco Rizzardo - Tchequi
    eleito1.372 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Tchequi teve 3.202 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 258º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 156 cidades. Bento Gonçalves deu 80,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.

3.202 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.202 votos.
  1. Bento Gonçalves (RS)2.567 votos80,2%
  2. Passo Fundo (RS)77 votos2,4%
  3. Porto Alegre (RS)56 votos1,7%
  4. Garibaldi (RS)54 votos1,7%
  5. Montenegro (RS)45 votos1,4%
  6. Outras 141 cidades289 votos9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Tchequi declarou R$ 468,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 32 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 468,9 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 213.973 na declaração)

Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • TchequiR$ 468,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 468,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Saldo em moeda corrente nacionalR$ 175,3 mil
    Dinheiro em espécie
  2. N° 21 loteamento parque residencial franzolozzoR$ 109,6 mil
    Terreno
  3. Com terreno na rua juarez postal 51R$ 79,3 mil
    Casa
  4. Camioneta explorer 1995 placa icv 5442R$ 54,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. N° 20 loteamento parque residencial franzolozzoR$ 27,4 mil
    Terreno
  6. Com 375 m² na rua são pauloR$ 15,2 mil
    Terreno
  7. Linha telefônicaR$ 6.388
    Outros
  8. 1/14 Avos da area de terra com 6.092R$ 712
    Terra nua
  9. 1/14 Avos do lote de 16.209R$ 250
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Tchequi declarou ao TSE R$ 162 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 62 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Bento Gonçalves (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 15,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3% identificado como fundo partidário; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil.
  1. PessoasR$ 10,8 mil69,3%
  2. Próprio bolsoR$ 4.33227,7%
  3. Fundo partidárioR$ 4723%

Para onde foi

R$ 15,6 mil
O maior gasto foi com transporte: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil.
  1. TransporteR$ 9.35559,8%
  2. Material impressoR$ 6.28040,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Bento Gonçalves (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 40,1 por voto. Quem venceu, Marini, gastou R$ 34,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 101; o mais barato, R$ 33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 54 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.