Cascão
Delarci Martins de Lima · nasceu em 1970
Cascão se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008–2012), PP (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cascão declarou R$ 2.873 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 238,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- CascãoR$ 2.873
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cascão declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 30 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bento Gonçalves (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 8.63388,4%
- Próprio bolsoR$ 1.13211,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Bento Gonçalves (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 40,2 por voto. Quem venceu, Thiago Fabris, gastou R$ 8,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 8,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zilda PPR$ 14 mil · 95 votosR$ 150
- Lucas Silveira PSDBR$ 13 mil · 110 votosR$ 119
- Silvio Pasin PRTBR$ 20 mil · 226 votosR$ 89,4
- Claudia Refatti Benato PTBR$ 16 mil · 283 votosR$ 57,8
- Pedro Della Corte PPR$ 29 mil · 576 votosR$ 50,7
- Professor Clemente MDBR$ 25 mil · 509 votosR$ 48,6
- Pastor Edilson Marques PATRIOTAR$ 14 mil · 338 votosR$ 40,2
- Ari Pelicioli CIDADANIAR$ 16 mil · 478 votosR$ 34
- Davi Da Rold PPR$ 23 mil · 927 votosR$ 24,4
- Marini PPR$ 28 mil · 1.319 votosR$ 21,4
- Dentinho PSDR$ 19 mil · 926 votosR$ 20,4
- Thiago Fabris PPR$ 16 mil · 1.791 votosR$ 8,70
Votos por real
- 2020, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.