Targino Pereira
Targino Pereira da Costa Neto · nasceu em 1937
Targino Pereira se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 79 anos, superior completo, membro do ministério público, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do NorteMDB 15150· centro· na urna, Targinosuplente18.608 votos; 29º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Targino Pereira teve 18.608 votos para deputado estadual, 1,3% dos votos válidos do estado: 29º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 129 cidades. Nova Cruz deu 26,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Targino Pereira declarou R$ 7,8 mi em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte em 2016.
- Targino PereiraR$ 7,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 274,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 309,5 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Propriedade rural com 846R$ 2,7 miOutros bens imóveis rural
- Uma propriedade rural com 1.154R$ 2,5 miTerra nua
- Gado bovino 550 cabeças existentes na fazenda barraR$ 974,8 milRebanho e animais
- Gado bovino 460 cabeças existentes na fazenda trigueiroR$ 812,3 milRebanho e animais
- Um apartamento residencialR$ 812,3 milApartamento
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Targino Pereira declarou ao TSE R$ 519 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 237 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Nova Cruz (RN) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 115,3 mil54,9%
- Pessoas36 pessoas, não nomeadasR$ 78,6 mil37,4%
- Fundo partidárioTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 16,2 mil7,7%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 9720,5%
- EscritórioR$ 9330,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Cruz (RN), 2016
Targino Pereira: R$ 19,1 por voto (mediana da disputa, R$ 27,9). O voto mais caro custou R$ 63,4; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hudson AVANTER$ 27 mil · 427 votosR$ 63,4
- Cid Arruda Câmara PSBR$ 285 mil · 10.210 votosR$ 27,9
- Targino Pereira MDBR$ 210 mil · 10.995 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2016, prefeito: 52 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 61 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 124 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 78 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.