Tainha
Francisco Barbosa Lopes Maia · nasceu em 1959
Tainha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSB (2004), PSC (2008), PDT (2012), PC do B (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tainha declarou R$ 414,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 131,2 mil acima da inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um lote de terra com uma residência adquirida no ano de 1977R$ 130 milCasa
- Residência na rua 32 N°17R$ 81,2 milCasa
- Três lotes de terras denominado lote 5BR$ 73,1 milTerreno rural
- Um automóvel de marca honda cityR$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dois lotes de terra na rua faisão siriemaR$ 65 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tainha declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Barra Mansa (RJ) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.51942,4%
- PessoasR$ 1.50342%
- Outros candidatosR$ 35610%
- PartidoR$ 2025,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.61573,1%
- TransporteR$ 74520,8%
- ServiçosR$ 2025,7%
- EscritórioR$ 160,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Barra Mansa (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 51,1 por voto. Quem venceu, Marcelo Cabeleireiro, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 116; o mais barato, R$ 22,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Genilson Barros PRTBR$ 49 mil · 422 votosR$ 116
- Daniel Volpe Maciel CIDADANIAR$ 78 mil · 951 votosR$ 81,8
- Dr Ricardo Arbex PSDR$ 48 mil · 652 votosR$ 73,6
- Elias Da Corbama PHSR$ 75 mil · 1.102 votosR$ 67,8
- Roberto Beleza PSCR$ 57 mil · 956 votosR$ 59,1
- Roque DCR$ 48 mil · 849 votosR$ 56,8
- Luis Antônio Cardoso MDBR$ 58 mil · 1.137 votosR$ 51,1
- Renatinho PPR$ 42 mil · 1.163 votosR$ 36,2
- Furlani PVR$ 77 mil · 2.137 votosR$ 35,9
- Vicentinho PSBR$ 39 mil · 1.135 votosR$ 34,4
- Zé Abel REPUBLICANOSR$ 44 mil · 1.302 votosR$ 33,4
- Marcelo Cabeleireiro PDTR$ 43 mil · 1.892 votosR$ 22,8
Votos por real
- 2016, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 248 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.