Vicentinho
Vicente Carneiro Leão Filho · nasceu em 1959
Vicentinho se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPSB 40631· centro-esquerdasuplente2.487 votos; 447º mais votado de 2.242 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Vicentinho teve 2.487 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 447º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 17 cidades. Barra Mansa deu 95,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vicentinho declarou R$ 512,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 89,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Vicentinho declarou ao TSE R$ 180 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Barra Mansa (RJ) · PSB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 13,1 mil55,3%
- Próprio bolsoR$ 8.75036,9%
- Outros candidatosR$ 1.3055,5%
- PessoasR$ 5472,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 15,1 mil69%
- Material impressoR$ 6.15828,2%
- TransporteR$ 5472,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 770,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Barra Mansa (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 40,8 por voto. Quem venceu, Rayane Braga, gastou R$ 17,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 276; o mais barato, R$ 17,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chiquinha Marques PTR$ 77 mil · 278 votosR$ 276
- Aiala Silva PLR$ 55 mil · 345 votosR$ 159
- Professora Clarice PTR$ 70 mil · 492 votosR$ 142
- Diogo Nogueira PLR$ 55 mil · 495 votosR$ 110
- Divino Gomes REPUBLICANOSR$ 66 mil · 964 votosR$ 68
- Prof. Fernanda Carreiro PTR$ 89 mil · 1.584 votosR$ 55,9
- Jânio Viana AGIRR$ 45 mil · 1.092 votosR$ 40,8
- Waguim UNIÃOR$ 49 mil · 1.389 votosR$ 35,4
- Cristina Magno PLR$ 57 mil · 1.629 votosR$ 35,2
- Roberto Beleza PPR$ 51 mil · 1.629 votosR$ 31,4
- Jefferson Mamede PLR$ 50 mil · 2.366 votosR$ 21,2
- Rayane Braga PLR$ 46 mil · 2.588 votosR$ 17,6
Votos por real
- 2024, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 103 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.