Subtenente Orlando
Jose Orlando de Souza · nasceu em 1951
Subtenente Orlando se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRTB (2002), AGIR (2008–2010), PSOL (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 60 anos, superior incompleto, policial militar. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado federal · São PauloAGIR 3631· centro-direita· na urna, Orlandonão eleito291 votos; 853º mais votado de 1.030 no estado
- 2008Prefeito · Lorena (SP)AGIR 36· centro-direita· na urna, Sub Tenente Orlandonão eleito320 votos, 1,1%
- 2002Deputado federal · São PauloPRTB 2875· direita· na urna, Orlandonão eleito122 votos; 685º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Subtenente Orlando teve 291 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 853º lugar entre 1.030 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. Lorena deu 66,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,8%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Subtenente Orlando declarou R$ 442,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 89,4 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2012.
- Subtenente OrlandoR$ 442,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 473,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 590,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Subtenente Orlando declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Lorena (SP) · PSOL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.01590,2%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 8669,8%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Imprime Brasil Industria De Impressos Publicitarios Ltda MeR$ 1.63518,4%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 8669,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Lorena (SP), 2012
Subtenente Orlando: R$ 29 por voto (mediana da disputa, R$ 29). Quem venceu, Fabio Marcondes, gastou R$ 44,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,7; o mais barato, R$ 7,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Subtenente Orlando. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Elcinho Vieira PVR$ 600 mil · 9.279 votosR$ 64,7
- Fabio Marcondes PSDBR$ 936 mil · 21.121 votosR$ 44,3
- Subtenente Orlando PSOLR$ 8,9 mil · 306 votosR$ 29
- Sylvinho Ballerini PPR$ 123 mil · 16.909 votosR$ 7,25
Votos por real
- 2012, prefeito: 34 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 31 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 24 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.