Subtenente Darly
Darly Ambrósio Gonçalves · nasceu em 1959
Subtenente Darly se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PST (2002), AVANTE (2004), PRP (2006), DEM (2008), MOBILIZA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, militar reformado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPRP 44000· direita· na urna, Sub Tenente Darlynão eleito180 votos; 774º mais votado de 852 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPST 18001· centro-direita· na urna, Sargento Darlysuplente490 votos; 528º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Subtenente Darly teve 180 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 774º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 34 cidades. Nova Lima deu 39,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Subtenente Darly declarou R$ 330,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Subtenente DarlyR$ 330,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Subtenente Darly declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 28 mil, 40% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Esmeraldas (MG) · MOBILIZA · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,9 mil59,9%
- Fundo eleitoralTudo de Mobilizacao Nacional - Brasil - Br - NacionalR$ 11,3 mil40,1%
Para onde foi
- Pessoal13 pessoas, não nomeadasR$ 11,3 mil40,1%
- EscritórioR$ 380,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Esmeraldas (MG), 2020
Subtenente Darly: R$ 73,7 por voto (mediana da disputa, R$ 37,4). Quem venceu, Marcelo Nonato, gastou R$ 23,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,4; o mais barato, R$ 7,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Subtenente Darly. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Flavinha PSDR$ 403 mil · 4.896 votosR$ 82,4
- Subtenente Darly MOBILIZAR$ 28 mil · 383 votosR$ 73,7
- Juninho De Elias PATRIOTAR$ 107 mil · 1.792 votosR$ 59,9
- Dr. Ernesto DEMR$ 71 mil · 1.223 votosR$ 57,9
- Joaquim Araguaia REDER$ 111 mil · 2.046 votosR$ 54,5
- Kiko Marinho AVANTER$ 297 mil · 7.939 votosR$ 37,4
- Daniel Da Radio AGIRR$ 30 mil · 1.188 votosR$ 25,4
- Guedes Mister M PDTR$ 77 mil · 3.079 votosR$ 25,1
- Marcelo Nonato SOLIDARIEDADER$ 197 mil · 8.422 votosR$ 23,4
- Dawid Dias PSDBR$ 2,4 mil · 330 votosR$ 7,25
Votos por real
- 2020, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.