Sônia Flora
Sônia Flora Hoffmann · nasceu em 1950
Sônia Flora disputou uma eleição, em 2002, para deputada federal (Minas Gerais), pelo PV: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2002, suplente.
Declarou ao TSE em 2002: 52 anos, superior incompleto, estudante,bolsista, estagiario e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2002Deputada federal · Minas GeraisPV 4378· centro-esquerdasuplente834 votos; 313º mais votada de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Sônia Flora teve 834 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 313º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 61 cidades. Belo Horizonte deu 31,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2002, Sônia Flora declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2002 · Deputada federal · Minas Gerais · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.15981,3%
- EmpresasTudo de Campanha Eleitoral 2002 - Candidato Aécio Neves Da CunhaR$ 1.18718,7%
Para onde foi
- EscritórioR$ 2744,3%
- ServiçosR$ 1231,9%
Quanto custou cada voto: deputada federal, Minas Gerais, 2002
Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Virgílio Guimarães, gastou R$ 4,19 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,7; o mais barato, R$ 4,19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geraldo Rezende MDBR$ 981 mil · 29.117 votosR$ 33,7
- Ronaldo Vasconcellos PLR$ 2,1 milhões · 72.255 votosR$ 28,9
- Odelmo Leão PPR$ 3,1 milhões · 123.026 votosR$ 25,4
- Romão PPR$ 1,8 milhão · 72.180 votosR$ 24,8
- Ibrahim Abi-Ackel PPR$ 1,4 milhão · 61.626 votosR$ 22,7
- Juarez Amorim CIDADANIAR$ 843 mil · 37.659 votosR$ 22,4
- José Militão PTBR$ 1,3 milhão · 58.954 votosR$ 22,3
- Anderson Adauto PLR$ 2 milhões · 100.838 votosR$ 19,9
- Homero Santos DEMR$ 838 mil · 48.981 votosR$ 17,1
- Alexandre Maia MDBR$ 1,3 milhão · 77.203 votosR$ 16,8
- Aracely De Paula DEMR$ 1,2 milhão · 74.921 votosR$ 16,6
- Maria Lúcia Cardoso MDBR$ 1,3 milhão · 81.963 votosR$ 15,7
- Saraiva Felipe MDBR$ 1,3 milhão · 82.070 votosR$ 15,5
- Narcio PSDBR$ 2,2 milhões · 141.469 votosR$ 15,5
- Danilo De Castro PSDBR$ 2,3 milhões · 156.840 votosR$ 14,6
- Edmar Moreira PPR$ 1,1 milhão · 76.092 votosR$ 14,3
- Roberto Brant DEMR$ 1,4 milhão · 96.769 votosR$ 14,3
- José Santana DEMR$ 1,1 milhão · 78.588 votosR$ 13,9
- Carlos Melles DEMR$ 2,1 milhões · 152.106 votosR$ 13,5
- Lael Varella DEMR$ 1,1 milhão · 87.328 votosR$ 12,8
- Paulo Delgado PTR$ 1,5 milhão · 132.137 votosR$ 11,6
- Marcello Siqueira MDBR$ 1,1 milhão · 103.354 votosR$ 11
- Gilmar Machado PTR$ 1,1 milhão · 109.722 votosR$ 9,72
- Bonifácio De Andrada PSDBR$ 1,1 milhão · 129.811 votosR$ 8,28
- Eliseu Resende DEMR$ 1,7 milhão · 212.908 votosR$ 7,80
- Mauro Lopes MDBR$ 793 mil · 108.193 votosR$ 7,32
- Vittorio Medioli PSDBR$ 1,2 milhão · 197.586 votosR$ 6,02
- Márcio Reinaldo PPR$ 778 mil · 147.192 votosR$ 5,29
- Patrus Ananias PTR$ 2,2 milhões · 520.046 votosR$ 4,31
- Virgílio Guimarães PTR$ 911 mil · 217.092 votosR$ 4,19
Votos por real
- 2002, deputada federal: 131 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.