Apuração
Prefeito · 2004 · DEM

Roberto Brant

Roberto Lucio Rocha Brant · nasceu em 1942

Roberto Brant se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2004DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Sempre pelo DEM.

Dep. federalPrefeitoPartidoDEM20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 62 anos, superior completo, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    DEM 25· direita
    não eleito77.487 votos, 6,1%
  2. 2002
    Deputado federal · Minas Gerais
    DEM 2522· direita
    eleito96.769 votos; 27º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Roberto Brant teve 96.769 votos para deputado federal, 1,0% dos votos válidos do estado: 27º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 513 cidades. Campo Belo deu 10,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 48,6%.

96.769 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 96.769 votos.
  1. Campo Belo (MG)9.713 votos10%
  2. Diamantina (MG)4.983 votos5,1%
  3. Extrema (MG)3.281 votos3,4%
  4. Piumhi (MG)3.268 votos3,4%
  5. Inhapim (MG)3.237 votos3,3%
  6. Outras 498 cidades49.750 votos51,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Brant declarou ao TSE R$ 2,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1,5 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Belo Horizonte (MG) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 1,5 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 59% identificado como fundo partidário; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Fundo partidárioTudo de Direção NacionalR$ 912,2 mil59,5%
  2. Próprio bolsoR$ 3.7170,2%
  3. PessoasR$ 261< 0,1%

Para onde foi

R$ 1,5 mi
O maior gasto foi com serviços: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 26,8 mil1,7%
  2. PessoalR$ 7.6560,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Belo Horizonte (MG), 2004

Roberto Brant: R$ 19,8 por voto (mediana da disputa, R$ 16,2). Quem venceu, Pimentel, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 22,8; o mais barato, R$ 0,75.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Brant. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 51 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 70 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.