Silvio Amorim
Silvio Carvalho Amorim · nasceu em 1972
Silvio Amorim se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSB (2008–2012), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, até o fundamental, motorista particular, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Silvio Amorim declarou R$ 457,4 mil em bens, em reais de hoje: 35 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 333,3 mil acima da inflação.
Declarou 35 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Silvio AmorimR$ 457,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Prédio comercial situado na avenida eudaldo motaR$ 292,4 milPrédio comercial
- Casa residencial situada na rua antonio palmeiraR$ 97,5 milCasa
- Veiculo fiat estrada 2009/2010R$ 37,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno situado em sitio do meioR$ 16,2 milTerreno rural
- Aplicação financeiraR$ 9.748Outras aplicações
- Moto eros 2010R$ 4.062Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Silvio Amorim declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Filadélfia (BA) · PV · eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 6.31551,9%
- Próprio bolsoR$ 5.47144,9%
- Outros candidatosR$ 3903,2%
Para onde foi
- Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 5.82947,9%
- ServiçosR$ 9728%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1801,5%
- EscritórioR$ 5< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Filadélfia (BA), 2016
Silvio Amorim: R$ 30,6 por voto (mediana da disputa, R$ 30,6). Quem venceu, Batista, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,9; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Silvio Amorim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sival Moreira PSBR$ 9,7 mil · 190 votosR$ 50,9
- Roberto Maia PROSR$ 9,8 mil · 228 votosR$ 43,1
- Jessé PSBR$ 5,8 mil · 149 votosR$ 38,8
- Joel Máximo PSCR$ 13 mil · 343 votosR$ 38,1
- Chicão DEMR$ 13 mil · 360 votosR$ 34,7
- Eugenia Carine PTR$ 6,3 mil · 193 votosR$ 32,4
- Silvio Amorim PVR$ 12 mil · 398 votosR$ 30,6
- Alipio DEMR$ 12 mil · 391 votosR$ 29,9
- Misa PSCR$ 7,2 mil · 276 votosR$ 26
- Janoario De Oliveira AGIRR$ 7,4 mil · 454 votosR$ 16,2
- Lailson Da Aroeira PDTR$ 6,4 mil · 399 votosR$ 16
- Batista PSCR$ 7,2 mil · 572 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.