Apuração
Prefeita · 2008 · PHS

Silvânia Ramos de Araújo

nasceu em 1971

Silvânia Ramos de Araújo se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PHS2008PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.

Sempre pelo PHS.

PrefeitaVereadoraPartidoPHS200420062008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2008, não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeita · Caetanópolis (MG)
    PHS 31· centro-direita
    não eleita1.092 votos, 19,4%
  2. 2004
    Vereadora · Caetanópolis (MG)
    PHS 31313· centro-direita
    eleita335 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Silvânia Ramos de Araújo declarou R$ 24,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 24,3 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 9.000 na declaração)

Declarou 5% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Silvânia Ramos de AraújoR$ 24,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 24,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Silvânia Ramos de Araújo declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 2,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeita · Caetanópolis (MG) · PHS · não eleita

De onde veio

R$ 2.270
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.270
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeita, Caetanópolis (MG), 2008

Silvânia Ramos De Araújo: R$ 2,08 por voto (mediana da disputa, R$ 4,42). Quem venceu, Romario, gastou R$ 55,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,9; o mais barato, R$ 2,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Silvânia Ramos De Araújo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeita: 481 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 130 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.