Silvanez
Silvanez Alberto Bezerra · nasceu em 1939
Silvanez se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 76 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Silvanez declarou R$ 202,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 187,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- SilvanezR$ 202,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em espécieR$ 120,6 milDinheiro em espécie
- Terreno em natal lote 7 quadra 23 rua vecente egberto…R$ 26 milTerreno
- Casa residencialR$ 19,9 milPrédio residencial
- Imovel rural de nome são miguel em são tomé-rnR$ 17,4 milTerreno rural
- Sitio jacu em são tomé-rnR$ 11,4 milTerreno rural
- Jeep willys, ano 1951R$ 3.979Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 3.443Conta corrente no exterior
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Silvanez declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Tomé (RN) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 5.96778,7%
- Próprio bolsoR$ 1.61921,3%
Para onde foi
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 3.23842,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1622,1%
Quanto custou cada voto: vereador, São Tomé (RN), 2016
Silvanez: R$ 21,8 por voto (mediana da disputa, R$ 21,8). Quem venceu, Elzuerte, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 564; o mais barato, R$ 8,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Silvanez. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tania De Ze Lauro PTR$ 6,8 mil · 12 votosR$ 564
- Titia PODER$ 6,7 mil · 13 votosR$ 517
- Caick Pontes PSDR$ 9,8 mil · 279 votosR$ 35
- Jean Makson PDTR$ 13 mil · 372 votosR$ 33,8
- Zé Elízio PODER$ 8,8 mil · 305 votosR$ 28,9
- Ga PSDBR$ 10 mil · 457 votosR$ 21,9
- Silvanez MDBR$ 7,6 mil · 348 votosR$ 21,8
- Ze Nilton PTR$ 9,1 mil · 462 votosR$ 19,7
- Eugenio De Aurelio PSDBR$ 7,5 mil · 388 votosR$ 19,4
- Professor Emerson PTR$ 10 mil · 529 votosR$ 18,8
- Antercio PSDBR$ 11 mil · 756 votosR$ 15
- Elzuerte PSDR$ 6,6 mil · 818 votosR$ 8,07
Votos por real
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.