Sidrônio
Sidrônio Freire da Silva · nasceu em 1958
Sidrônio disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Tibau (RN)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, superior incompleto, protético. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Sidrônio declarou ao TSE R$ 92 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Tibau (RN) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas25 pessoas, não nomeadasR$ 46,9 mil50,8%
- PartidoTudo de Diretório EstadualR$ 34,8 mil37,7%
- EmpresasTudo de Josue Material De ConstruçãoR$ 10,7 mil11,6%
Para onde foi
- TransporteTudo de Ls Da Silva & Cia Ltda.R$ 13,7 mil14,8%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 7.9928,6%
- Material impressoTudo de Grafsett - Grafica E Editora Ltda MeR$ 5.0875,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Tibau (RN), 2008
Sidrônio: R$ 64,9 por voto (mediana da disputa, R$ 64,9). Quem venceu, Diniz, gastou R$ 71,4 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sidrônio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Votos por real
- 2008, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.