Sete
Virmar Carmino Alexandre · nasceu em 1973
Sete disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Novo Horizonte (SC)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Sete declarou R$ 27 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 18% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- SeteR$ 27 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Sete declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Novo Horizonte (SC) · PT · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 4.28474,9%
- PessoasR$ 1.33923,4%
- Próprio bolsoR$ 991,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.11154,8%
- OutrosR$ 1.33923,6%
- Material impressoR$ 1.09219,2%
- EscritórioR$ 1392,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Novo Horizonte (SC), 2008
Sete: R$ 82,3 por voto (mediana da disputa, R$ 42,4). Quem venceu, Naudir Cadore, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 23,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sete. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcos Fedrigo MDBR$ 2,9 mil · 23 votosR$ 128
- Sete PTR$ 5,7 mil · 69 votosR$ 82,3
- Adriana PTR$ 4,3 mil · 66 votosR$ 65,4
- Gercy Fabro MDBR$ 2,4 mil · 43 votosR$ 56,5
- Chico Provensi PPR$ 3,1 mil · 55 votosR$ 56
- Dilço D Santi MDBR$ 2,8 mil · 56 votosR$ 50,2
- Deonelio Bresciani MDBR$ 2,5 mil · 58 votosR$ 42,4
- Tere PPR$ 4,1 mil · 106 votosR$ 38,8
- Terencio De Macedo PTR$ 4,3 mil · 123 votosR$ 35,1
- Alvaro Molon PTR$ 4,3 mil · 133 votosR$ 32,7
- Olavo Ghedini PTR$ 5,2 mil · 173 votosR$ 29,9
- Naudir Cadore PPR$ 3,3 mil · 138 votosR$ 23,8
Votos por real
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.