Sete
Setembrino Antonio Fabris · nasceu em 1947
Sete se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sete declarou R$ 238,8 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 23,1 mil acima da inflação.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- SeteR$ 238,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Disponibilidades financeirasR$ 85,3 milDinheiro em espécie
- Casa mista 150 metros quadradosR$ 65 milCasa
- Um veiculo marca fordR$ 38,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo marca VW gol 1.0 ano 2005R$ 26 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote urbano 10R$ 24,4 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sete declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Bom Sucesso do Sul (PR) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Gefeson Arcego - MeR$ 52511,1%
- OutrosR$ 871,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Sucesso do Sul (PR), 2016
Sete: R$ 28,8 por voto (mediana da disputa, R$ 61,9). Quem venceu, Girardello, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.662; o mais barato, R$ 23,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sete. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fernanda PSCR$ 5 mil · 3 votosR$ 1.662
- Mari MDBR$ 4,7 mil · 29 votosR$ 163
- Juca Coloda PSDR$ 4,7 mil · 31 votosR$ 152
- Juninho PPR$ 5,2 mil · 35 votosR$ 149
- Dete PSDR$ 4,8 mil · 49 votosR$ 98,8
- Kebi MDBR$ 5 mil · 56 votosR$ 90
- Elisana Pillonetto PTR$ 4,9 mil · 79 votosR$ 61,9
- Genesio PSDBR$ 4,8 mil · 102 votosR$ 46,6
- Juvino PSDR$ 5,1 mil · 150 votosR$ 34,2
- Valsir Folle PDTR$ 5 mil · 152 votosR$ 32,9
- Sete MDBR$ 4,7 mil · 164 votosR$ 28,8
- Girardello PSDR$ 4,9 mil · 204 votosR$ 23,8
Votos por real
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.