Apuração
Prefeito · 2004 · MDB

Sérjão Mecânico

Sérgio de Medeiros Lourenço · nasceu em 1951

Sérjão Mecânico disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Poá (SP)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 52 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Poá (SP)
    MDB 15· centro
    não eleito2.729 votos, 4,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Sérjão Mecânico declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Poá (SP) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 30,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 17,6 mil58,4%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 6.51621,6%
  3. OutrosTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 6.04720%

Para onde foi

R$ 30,2 mil
O maior gasto foi com escritório: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Renato LtdaR$ 5.86419,4%
  2. Material impresso1 pessoas, não nomeadasR$ 3.42111,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Poá (SP), 2004

Sérjão Mecânico: R$ 11,1 por voto (mediana da disputa, R$ 11,1). Quem venceu, Roberto Marques, gastou R$ 46,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,1; o mais barato, R$ 3,34.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sérjão Mecânico. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 90 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.