Apuração
Vereador · 2020 · PT

Paulo Ferreira

Paulo Adalberto Alves Ferreira · nasceu em 1959

Paulo Ferreira se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, nas duas medidas

As medidas concordam: ele fica entre −0,56 e −0,41 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).

Votou como o governo orientou em 96% das votações, e com a maioria do próprio partido em 98%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2011–2015−0,56Pelo partidoPT−0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2010PT2014PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalVereadorPartidoPT201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    PT 13051· esquerda
    suplente
  2. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PT 1351· centro-esquerda
    suplente43.787 votos; 43º mais votado de 308 no estado
  3. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PT 1351· centro-esquerda· na urna, Ferreira
    suplente77.302 votos; 32º mais votado de 271 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Paulo Ferreira teve 43.787 votos para deputado federal, 0,7% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 313 cidades. Porto Alegre deu 23,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 66,5%.

43.787 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 43.787 votos.
  1. Porto Alegre (RS)10.278 votos23,5%
  2. Alvorada (RS)3.054 votos7%
  3. Viamão (RS)2.397 votos5,5%
  4. Guaíba (RS)1.746 votos4%
  5. Gravataí (RS)1.691 votos3,9%
  6. Outras 298 cidades14.680 votos33,5%
As outras 1 eleições para deputado
77.302 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 77.302 votos.
  1. Porto Alegre (RS)26.578 votos34,4%
  2. Alvorada (RS)4.220 votos5,5%
  3. Pelotas (RS)4.173 votos5,4%
  4. Viamão (RS)4.003 votos5,2%
  5. Gravataí (RS)3.018 votos3,9%
  6. Outras 349 cidades20.516 votos26,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Paulo Ferreira declarou R$ 119,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2014, o total caiu R$ 267,3 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 119,3 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 61.507 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2014.

  • Paulo FerreiraR$ 119,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 92,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 119,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Financiamento de veículo automotivoR$ 67,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Consórcio CEFR$ 34,4 mil
    Consórcio não contemplado
  3. Conta corrente e VGBLR$ 9.163
    Previdência VGBL
  4. Poupança CEFR$ 7.976
    Caderneta de poupança
  5. Caderneta de poupança CEFR$ 271
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Ferreira declarou ao TSE R$ 4,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 3,6 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Porto Alegre (RS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 115,9 mil
71% veio de fundos públicos; 20 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 115,9 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 82 mil70,8%
  2. PessoasR$ 33,4 mil28,8%
  3. VaquinhaR$ 5170,4%

Para onde foi

R$ 113 mil
O maior gasto foi com pessoal: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 113 mil.
  1. PessoalR$ 70,3 mil62,2%
  2. TransporteR$ 19,7 mil17,4%
  3. Material impressoR$ 17,9 mil15,8%
  4. ServiçosR$ 2.3762,1%
  5. EventosR$ 1.0901%
  6. InternetR$ 710,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 69,3 por voto. Quem venceu, Karen Santos, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 564; o mais barato, R$ 17,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 19 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 23 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.