Apuração
Prefeito · 2016 · PDT

Sergio Menegaz

nasceu em 1959

Sergio Menegaz se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PDT.

PrefeitoVereadorPartidoPDT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito6.121 votos, 35,8%
  2. 2008
    PDT 12444· centro-esquerda· na urna, Sérgio Menegaz
    eleito800 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Sergio Menegaz declarou R$ 3,1 mi em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,1 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.908.683 na declaração)

Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Sergio MenegazR$ 3,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 22 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Apartamento n. 206-A e hobby box 05-BR$ 641,8 mil
    Apartamento
  2. Apartamento n. 405R$ 348 mil
    Apartamento
  3. Apartamento n. 621 e box 79R$ 280,6 mil
    Apartamento
  4. Casa de alvenariaR$ 265,5 mil
    Casa
  5. Apartamento n. 303 e box 36R$ 221 mil
    Apartamento
  6. Camioneta toyota hilux SW4R$ 192,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. 50% De area de terras rurais com 35 hasR$ 186,8 mil
    Terra nua
  8. 60% De predio comercialR$ 171,4 mil
    Prédio comercial
  9. Apartamento n. 303 e box 04R$ 130 mil
    Apartamento
  10. Apartamento n² 317 e box 47R$ 128 mil
    Apartamento
  11. Apartamento n. 604 e box 28R$ 121,9 mil
    Apartamento
  12. Apartamento n. 201 e box 03R$ 118,4 mil
    Apartamento
  13. Veiculo ford fiestaR$ 65,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  14. Disponibilidade em moeda corrente nacionalR$ 65 mil
    Dinheiro em espécie
  15. Veiculo peugeot 207 xr 1.4R$ 59,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  16. Direitos hereditarios adquiridos de leonilda menegaz CPF…R$ 40,6 mil
    Outros bens imóveis
  17. 8,5 % De predio comercial, na rua protasio alves, 821, em…R$ 30 mil
    Prédio comercial
  18. Caixa economica federalR$ 12,2 mil
    Conta corrente no país
  19. Terreno urbanoR$ 11,3 mil
    Terreno
  20. Quota capital na empresa casarin e menegas advogados s/sR$ 4.062
    Quotas ou quinhões de capital
  21. Terreno urbano com 200 m²R$ 3.560
    Terreno
  22. Banco bradesco S/AR$ 3.095
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Sergio Menegaz declarou ao TSE R$ 245 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 229 mil, 0,2% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Lagoa Vermelha (RS) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 229 mil
0,2% veio de fundos públicos; 91 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 229 mil.
  1. Pessoas91 pessoas, não nomeadasR$ 155,9 mil68,1%
  2. Próprio bolsoR$ 64,5 mil28,1%
  3. PartidoR$ 8.0963,5%
  4. Fundo partidárioR$ 5390,2%

Para onde foi

R$ 229 mil
O maior gasto foi com material impresso: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 229 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal59 pessoas, não nomeadasR$ 58,6 mil25,6%
  2. OutrosR$ 2.1200,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Lagoa Vermelha (RS), 2016

Sergio Menegaz: R$ 37,4 por voto (mediana da disputa, R$ 14,4). Quem venceu, Gustavo Bonotto, gastou R$ 14,4 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sergio Menegaz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.