Sérgio Ghignatti
nasceu em 1946
Sérgio Ghignatti se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2008), PDT (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 74 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sérgio Ghignatti declarou R$ 289,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 479,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 59% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- Sérgio GhignattiR$ 289,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa de alvenariaR$ 172,9 milCasa
- Camioneta Chevrolet D20 Ano/modelo 1989 placa IAY3518R$ 79,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Cota Capital na COOP dos médicos de Cachoeira do SulR$ 26,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Adaptação cabine Camioneta Chevrolet D20R$ 5.981Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo cota capital Banco Unicredi em nome de sua Esposa…R$ 3.988Outros créditos e poupança vinculada
- Saldo no Banco do Brasil SAR$ 194Conta corrente no país
- Saldo Conta corrente Banrisul SAR$ 148Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sérgio Ghignatti declarou ao TSE R$ 548 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 161 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Cachoeira do Sul (RS) · PL · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 137,3 mil90,5%
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 9.9066,5%
- Próprio bolsoR$ 4.2462,8%
- Fundo partidárioR$ 3400,2%
Para onde foi
- OutrosR$ 2.3851,7%
- TransporteR$ 1.6841,2%
- EscritórioR$ 40< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cachoeira do Sul (RS), 2020
Sérgio Ghignatti: R$ 15,5 por voto (mediana da disputa, R$ 18,6). Quem venceu, José Otávio Germano, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 92,4; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sérgio Ghignatti. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Gercei PSBR$ 99 mil · 1.069 votosR$ 92,4
- Marta Caminha PTR$ 121 mil · 1.436 votosR$ 84,5
- Coronel Francisco PSLR$ 142 mil · 5.760 votosR$ 24,6
- Balardin PSDBR$ 155 mil · 8.345 votosR$ 18,6
- Sérgio Ghignatti PLR$ 143 mil · 9.215 votosR$ 15,5
- Cleber Cardoso PODER$ 42 mil · 3.451 votosR$ 12,3
- José Otávio Germano PPR$ 164 mil · 13.574 votosR$ 12
Votos por real
- 2020, prefeito: 92 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 158 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 160 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 142 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.