Sérgio do Diogo
Sérgio Aparecido Rodrigues · nasceu em 1962
Sérgio do Diogo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2004), DEM (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sérgio do Diogo declarou R$ 422,9 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 280 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Sérgio do DiogoR$ 422,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma chácara - município de santo expedito/spR$ 178,7 milOutros bens imóveis
- Oitenta e oito cabeças de bovinosR$ 170,6 milRebanho e animais
- VW gol ano 2.014 financiadoR$ 28,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parte de um imovelR$ 16,2 milCasa
- Ford pampa ano 1.987R$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Duas cabeças de bovinosR$ 9.748Rebanho e animais
- Quatro cabeças de equinosR$ 9.748Rebanho e animais
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sérgio do Diogo declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 899.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santo Expedito (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 49455%
- PessoasR$ 40545%
Para onde foi
- Material impressoR$ 49455%
- ServiçosR$ 40545%
Quanto custou cada voto: vereador, Santo Expedito (SP), 2016
Sérgio Do Diogo: R$ 7,13 por voto (mediana da disputa, R$ 7,13). Quem venceu, Veinho, gastou R$ 4,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 4,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sérgio Do Diogo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valéria Lima MDBR$ 899 · 6 votosR$ 150
- Idalina PTR$ 899 · 6 votosR$ 150
- Fraquinha PVR$ 899 · 13 votosR$ 69,1
- João Saiote PVR$ 899 · 49 votosR$ 18,3
- Regiane Amorim PTR$ 899 · 51 votosR$ 17,6
- Cristiano Netto MDBR$ 899 · 88 votosR$ 10,2
- Sérgio Do Diogo DEMR$ 899 · 126 votosR$ 7,13
- Enio Ribas PVR$ 899 · 130 votosR$ 6,91
- Bento Ribas MDBR$ 899 · 132 votosR$ 6,81
- Elvis Japa PTR$ 899 · 167 votosR$ 5,38
- Soly PVR$ 899 · 167 votosR$ 5,38
- Veinho MDBR$ 899 · 204 votosR$ 4,41
Votos por real
- 2016, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.