Sergio de Andrade
nasceu em 1969
Sergio de Andrade se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), PP (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Sergio de Andrade declarou R$ 287,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 162,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- Sergio de AndradeR$ 287,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Inicio de construção nos lotes 16 e 17 da quadra 99 de uma…R$ 213,9 milConstrução
- DisponibilidadeR$ 58,7 milDinheiro em espécie
- Dois lotes urbanos medindo 15X30 cada um N.16 e 17 da…R$ 12,7 milTerreno
- Conta capital junto a sicrediR$ 2.058Quotas ou quinhões de capital
- Quota sociais na empresa sergio de andrade-meR$ 2Outras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio de Andrade declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Ipiranga do Norte (MT) · PSD · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 6.97746%
- PessoasR$ 5.06933,4%
- Outros candidatosR$ 1.52910,1%
- Próprio bolsoR$ 9606,3%
- Fundo partidárioR$ 6454,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.37542%
- PessoalR$ 4.79831,6%
- ServiçosR$ 1.65710,9%
- Material impressoR$ 1.59010,5%
- EventosR$ 7585%
Quanto custou cada voto: vereador, Ipiranga do Norte (MT), 2012
Sergio De Andrade: R$ 141 por voto (mediana da disputa, R$ 137). Quem venceu, Nico Nicoletti, gastou R$ 105 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.093; o mais barato, R$ 105.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sergio De Andrade. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Élinha PLR$ 16 mil · 4 votosR$ 4.093
- Mauro Psicólogo PVR$ 18 mil · 68 votosR$ 260
- Rose Da Escola PSDR$ 13 mil · 54 votosR$ 232
- Luiz Cabelereiro PLR$ 13 mil · 64 votosR$ 202
- Chico Cazzarotto PTR$ 21 mil · 106 votosR$ 201
- Sergio De Andrade PSDR$ 15 mil · 108 votosR$ 141
- Inez Kunzler PSDR$ 13 mil · 92 votosR$ 137
- Professora Susana PDTR$ 13 mil · 117 votosR$ 115
- Junior Do Esporte PSDR$ 13 mil · 117 votosR$ 115
- Pedro Dala Pria PDTR$ 14 mil · 128 votosR$ 109
- Tuco CIDADANIAR$ 15 mil · 142 votosR$ 105
- Nico Nicoletti PDTR$ 31 mil · 294 votosR$ 105
Votos por real
- 2012, vereador: 7,1 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 3,7 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 6 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.