Apuração
Prefeito · 2016 · PSB

Sérgio da Farmácia

Sergio Cicchella · nasceu em 1968

Sérgio da Farmácia disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Santa Tereza do Oeste (PR)), pelo PSB: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSB 40· centro-esquerda
    não eleito2.430 votos, 32,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Sérgio da Farmácia declarou R$ 330,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 330,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 203.191 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2016.

  • Sérgio da FarmáciaR$ 330,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 487,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 633,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 330,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Lote urbano N.02R$ 140,6 mil
    Terreno
  2. 23,77% Do lote urbano N.10, quadra 94, lot. cidade e…R$ 68,8 mil
    Terreno
  3. 26,09% Do lote urbano 10, quadra 94, loteamento cidade e…R$ 45,9 mil
    Terreno
  4. 26,09% Do lote urbano 10, quadra 94, loteamento cidade e…R$ 45,9 mil
    Terreno
  5. 15% Das cotas sociais da empresa: unifarma com de…R$ 28 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  6. Carreta reboque p/ passeio ao mar volpatoR$ 812
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Sérgio da Farmácia declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, em reais de hoje, 44% de dinheiro público.

2016 · Prefeito · Santa Tereza do Oeste (PR) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 36,6 mil
44% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 19,1 mil52,3%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido ProgressistaR$ 16,2 mil44,2%
  3. PessoasR$ 1.2953,5%

Para onde foi

R$ 36,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 6.46117,6%
  2. OutrosTudo de F. M. S. Leite & Cia Ltda - MeR$ 2.8507,8%
  3. EscritórioR$ 1.3683,7%
  4. TransporteR$ 6481,8%
  5. InternetR$ 830,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Tereza do Oeste (PR), 2016

Sérgio Da Farmácia: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 16,7). Quem venceu, Kabelo, gastou R$ 16,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,9; o mais barato, R$ 15,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sérgio Da Farmácia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 66 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.