Apuração
Deputado estadual · 2018 · PV

Sergio da Anpede

Sergio dos Santos · nasceu em 1975

Sergio da Anpede se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV+0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PV2018PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PV.

Dep. estadualVereadorPartidoPV20162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 43 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PV 43000· centro
    não eleito657 votos; 155º mais votado de 322 no estado
  2. 2016
    Vereador · Naviraí (MS)
    PV 43000· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Sergio da Anpede teve 657 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 155º lugar entre 322 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Naviraí deu 82,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.

657 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 657 votos.
  1. Naviraí (MS)541 votos82,3%
  2. Campo Grande (MS)33 votos5%
  3. Iguatemi (MS)8 votos1,2%
  4. Dourados (MS)7 votos1,1%
  5. Itaquiraí (MS)6 votos0,9%
  6. Outras 15 cidades24 votos3,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Sergio da Anpede declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 8,5 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PV · não eleito

De onde veio

R$ 8.483
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.483.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Marcelo De Moura Bluma GovernadorR$ 5.86669,1%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido VerdeR$ 2.61830,9%

Para onde foi

R$ 4.524
O maior gasto foi com pessoal: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.524.
  1. Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 2.26250%
  2. Material impressoTudo de Artegraf Servicos - EireliR$ 1.38730,7%
  3. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 85518,9%
  4. EscritórioR$ 200,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Pedro Kemp, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.334; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 145 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.