Apuração
Deputado estadual · 2018 · PDT

Sergio Cruz

Sergio Manoel da Cruz · nasceu em 1942

Sergio Cruz disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Mato Grosso do Sul), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPDT2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 76 anos, ensino médio, jornalista e redator, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PDT 12369· centro-esquerda
    suplente1.407 votos; 106º mais votado de 322 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Sergio Cruz teve 1.407 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 106º lugar entre 322 candidatos.

Recebeu votos em 42 cidades. Campo Grande deu 89,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,4%.

1.407 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.407 votos.
  1. Campo Grande (MS)1.261 votos89,6%
  2. Novo Horizonte do Sul (MS)21 votos1,5%
  3. São Gabriel do Oeste (MS)8 votos0,6%
  4. Dourados (MS)8 votos0,6%
  5. Sete Quedas (MS)8 votos0,6%
  6. Outras 27 cidades51 votos3,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Sergio Cruz declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje, 80% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PDT · suplente

De onde veio

R$ 20,3 mil
80% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.26211,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.5987,9%

Para onde foi

R$ 18 mil
O maior gasto foi com material impresso: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 2.70215%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 2.22712,4%
  3. InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 1.4738,2%
  4. TransporteTudo de Posto Liberdade Locatelli LtdaR$ 1.2947,2%
  5. EscritórioR$ 170,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Pedro Kemp, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.334; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 78 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.