Sergio Cardoso
Sergio Luiz Cardoso · nasceu em 1956
Sergio Cardoso disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Passo de Torres (SC)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 47 anos, ensino médio, servidor publico estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Sergio Cardoso declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Passo de Torres (SC) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.97148,2%
- Próprio bolsoR$ 1.30331,9%
- EmpresasTudo de Rosa Mar Com. Mat De Constr. Ltda MeR$ 81519,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.95547,8%
- EventosR$ 360,9%
- EscritórioR$ 160,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Passo de Torres (SC), 2004
Sergio Cardoso: R$ 24,8 por voto (mediana da disputa, R$ 22). Quem venceu, Alemão, gastou R$ 22 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sergio Cardoso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sergio Cardoso PTR$ 4,1 mil · 165 votosR$ 24,8
- Alemão MDBR$ 42 mil · 1.924 votosR$ 22
Votos por real
- 2004, prefeito: 40 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.