Sérgio Barros
Sérgio Tadeu Ribeiro de Barros · nasceu em 1958
Sérgio Barros disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Muaná (PA)), pelo CIDADANIA: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 46 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Sérgio Barros declarou ao TSE R$ 7,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Muaná (PA) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impresso3 pessoas, não nomeadasR$ 3.84449%
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 2.28129,1%
- TransporteR$ 3915%
Quanto custou cada voto: prefeito, Muaná (PA), 2004
Sérgio Barros: R$ 119 por voto (mediana da disputa, R$ 16,3). Quem venceu, Raimundo Cunha, gastou R$ 16,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 5,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sérgio Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sérgio Barros CIDADANIAR$ 7,8 mil · 66 votosR$ 119
- Raimundo Cunha MDBR$ 77 mil · 4.716 votosR$ 16,3
- Ataíde Lobato PTR$ 21 mil · 3.434 votosR$ 5,98
Votos por real
- 2004, prefeito: 8,4 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.