Sergio Alba
Sergio Freitas Alba · nasceu em 1968
Sergio Alba se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2008), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior incompleto, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sergio Alba declarou R$ 258,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 191,2 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Sergio AlbaR$ 258,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Sergio Alba declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 50 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Bauru (SP) · SOLIDARIEDADE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Bauru (SP), 2020
Sergio Alba: R$ 80,7 por voto (mediana da disputa, R$ 35,5). Quem venceu, Suéllen Rosim, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 7,87.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sergio Alba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Sandro Bussola PSDR$ 331 mil · 3.170 votosR$ 104
- Rosana Polatto PSBR$ 643 mil · 7.387 votosR$ 87
- Sergio Alba SOLIDARIEDADER$ 50 mil · 614 votosR$ 80,7
- Edu Avallone REPUBLICANOSR$ 332 mil · 4.758 votosR$ 69,8
- Valle PODER$ 251 mil · 6.799 votosR$ 36,9
- Gazzetta PSDBR$ 507 mil · 14.264 votosR$ 35,5
- Jorge Moura PTR$ 186 mil · 9.644 votosR$ 19,3
- Dr Raul DEMR$ 838 mil · 53.299 votosR$ 15,7
- Suéllen Rosim PATRIOTAR$ 836 mil · 57.844 votosR$ 14,5
- Kim PROSR$ 5,8 mil · 737 votosR$ 7,87
Votos por real
- 2020, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.