Apuração
Prefeito · 2024 · MDB

Serginho

Sergio Luiz Paisan · nasceu em 1970

Serginho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2016MDB2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Prefeito · Mirim Doce (SC)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito830 votos, 39,3%
  2. 2016
    Prefeito · Mirim Doce (SC)
    MDB 15· centro-direita
    eleito1.131 votos, 51,6%
  3. 2012
    Vice-prefeito · Mirim Doce (SC)
    MDB 15· centro-direita
    Na chapa de Maria
    chapa eleita1.127 votos da chapa, 54,8%
  4. 2008
    Vice-prefeito · Mirim Doce (SC)
    MDB 15· centro
    Na chapa de Maria
    chapa eleita921 votos da chapa, 51,0%
  5. 2004
    Vereador · Mirim Doce (SC)
    MDB 15612· centro
    eleito160 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Serginho declarou ao TSE R$ 141 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 104 mil, 95% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Prefeito · Mirim Doce (SC) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 103,8 mil
95% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 103,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoasR$ 4.7994,6%
  2. Próprio bolsoR$ 5410,5%
  3. PartidoR$ 39< 0,1%

Para onde foi

R$ 102 mil
O maior gasto foi com material impresso: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 102 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Marco Aurelio Sehnem 05033797948R$ 16,4 mil16,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Mirim Doce (SC), 2024

Serginho: R$ 123 por voto (mediana da disputa, R$ 74,2). Quem venceu, Tio Bê, gastou R$ 71,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 71,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Serginho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Serginho MDBR$ 102 mil · 830 votosR$ 123
  • Jian Paulo PSDR$ 28 mil · 381 votosR$ 74,2
  • Tio Bê UNIÃOR$ 64 mil · 900 votosR$ 71,3

Votos por real

  • 2024, prefeito: 8,1 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.