Senador Debossam
Senador Debossam Andrade · nasceu em 1985
Senador Debossam disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Chalé (MG)), pelo MDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 34 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Senador Debossam declarou R$ 8.590 em bens, em reais de hoje.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Senador DebossamR$ 8.590
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Senador Debossam declarou ao TSE R$ 9,4 mil em receitas, em reais de hoje, 45% de dinheiro público.
2020 · Vereador · Chalé (MG) · MDB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 4.38746,5%
- Fundo eleitoralR$ 4.24645%
- Próprio bolsoR$ 8118,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.46433,9%
- ServiçosR$ 2.26431,1%
- Material impressoR$ 1.41419,4%
- PessoalR$ 1.13215,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Chalé (MG), 2020
Senador Debossam: R$ 52,7 por voto (mediana da disputa, R$ 18,1). Quem venceu, Genivaldo, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 191; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Senador Debossam. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Micheli Do Selmi MDBR$ 8,8 mil · 46 votosR$ 191
- Lucia Do Pitico MDBR$ 3,7 mil · 25 votosR$ 148
- Senador Debossam MDBR$ 7,3 mil · 138 votosR$ 52,7
- Zé Lourenço PSDR$ 3,8 mil · 115 votosR$ 32,9
- Rubens PSDR$ 3,7 mil · 157 votosR$ 23,5
- Ronis PSDBR$ 5,5 mil · 304 votosR$ 18,1
- Alaor PSDR$ 4,4 mil · 262 votosR$ 16,7
- Waltair PSDBR$ 5,1 mil · 311 votosR$ 16,3
- Ângelo Do Bananal PSDR$ 4,1 mil · 265 votosR$ 15,5
- João PSDR$ 3,6 mil · 285 votosR$ 12,7
- Genivaldo PSDBR$ 4,3 mil · 411 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2020, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.