Apuração
Deputado federal · 2014 · PATRIOTA

Carlos Schneider

Carlos Otavio Schneider · nasceu em 1954

Carlos Schneider se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010MOBILIZA2014PATRIOTA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2010), PATRIOTA (2014).

GovernadorDep. federalPartidoMOBILIZAPATRIOTA201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 60 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PATRIOTA 5133· direita
    suplente1.045 votos; 178º mais votado de 308 no estado
  2. 2010
    Governador · Rio Grande do Sul
    MOBILIZA 33· centro-direita· na urna, Schneider
    não eleito5.475 votos, 0,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Carlos Schneider teve 1.045 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 178º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 95 cidades. Novo Hamburgo deu 21,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,4%.

1.045 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.045 votos.
  1. Novo Hamburgo (RS)219 votos21%
  2. Porto Alegre (RS)179 votos17,1%
  3. Caxias do Sul (RS)53 votos5,1%
  4. São Francisco de Paula (RS)48 votos4,6%
  5. Ivoti (RS)42 votos4%
  6. Outras 80 cidades268 votos25,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Schneider declarou ao TSE R$ 178 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para governador: R$ 158 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PATRIOTA · suplente

De onde veio

R$ 19,4 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,4 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 11,6 mil59,9%
  2. Próprio bolsoR$ 4.09021,1%
  3. EmpresasTudo de Editora Jornalistica Rs LtdaR$ 3.68719%

Para onde foi

R$ 19,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 5.79529,9%
  2. Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 5.76029,7%
  3. EscritórioR$ 2341,2%
  4. InternetR$ 1540,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Giovani Feltes, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 54 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
  • 2010, governador: 37 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.