Apuração
Vereador · 2016 · PL

Sauá

Orivaldo de Andrea · nasceu em 1963

Sauá se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PL2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Sempre pelo PL.

VereadorPartidoPL20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Nioaque (MS)
    PL 22130· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Nioaque (MS)
    PL 22130· direita
    eleito268 votos
  3. 2008
    Vereador · Nioaque (MS)
    PL 22130· direita
    eleito428 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Sauá declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Nioaque (MS) · PL · suplente

De onde veio

R$ 12,4 mil
0,8% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 6.80154,8%
  2. PessoasR$ 4.93939,8%
  3. Outros candidatosR$ 6775,5%

Para onde foi

R$ 12,4 mil
O maior gasto foi com transporte: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,4 mil.
  1. TransporteR$ 8.37067,4%
  2. PessoalR$ 1.85214,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.29510,4%
  4. ServiçosR$ 4863,9%
  5. Material impressoR$ 4113,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Nioaque (MS), 2016

Sauá: R$ 77,6 por voto (mediana da disputa, R$ 57,3). Quem venceu, Valdeci, gastou R$ 36,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 36,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sauá. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ronald Andreia PTR$ 13 mil · 118 votosR$ 113
  • Pereira Do Frete MDBR$ 12 mil · 125 votosR$ 96,4
  • Noé Neto PDTR$ 13 mil · 159 votosR$ 78,8
  • Isnar Dos Santos PTR$ 15 mil · 195 votosR$ 77,9
  • Sauá PLR$ 12 mil · 160 votosR$ 77,6
  • Luis Fina PTR$ 13 mil · 205 votosR$ 65,7
  • Jorjão PSBR$ 15 mil · 262 votosR$ 57,3
  • Pablinho PSBR$ 18 mil · 348 votosR$ 51,7
  • Corumba PSBR$ 14 mil · 271 votosR$ 50,1
  • Elson PSLR$ 12 mil · 263 votosR$ 45,4
  • Danilo Catti PSDBR$ 20 mil · 531 votosR$ 38,4
  • Valdeci MDBR$ 13 mil · 357 votosR$ 36,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.