Apuração
Deputado federal · 2018 · DC

Sargento Leandro Moro

Leandro Moro de Matos · nasceu em 1978

Sargento Leandro Moro disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Goiás), pelo DC: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,62← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoDC2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 39 anos, superior completo, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Goiás
    DC 2755· direita
    suplente4.184 votos; 58º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Sargento Leandro Moro teve 4.184 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 58º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 179 cidades. Goiânia deu 43,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 69,7%.

4.184 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.184 votos.
  1. Goiânia (GO)1.805 votos43,1%
  2. Aparecida de Goiânia (GO)246 votos5,9%
  3. Aurilândia (GO)118 votos2,8%
  4. São Luís de Montes Belos (GO)112 votos2,7%
  5. Trindade (GO)102 votos2,4%
  6. Outras 164 cidades1.269 votos30,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Sargento Leandro Moro declarou R$ 38,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 38,8 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.500 na declaração)

Declarou 23% da mediana dos candidatos a deputado federal em Goiás em 2018.

  • Sargento Leandro MoroR$ 38,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 170,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 38,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Sargento Leandro Moro declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje, 12% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Goiás · DC · suplente

De onde veio

R$ 15,5 mil
12% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.99251,6%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 5.60936,2%
  3. Fundo partidárioTudo de Grafica E Editora Formato LtdaR$ 1.88512,2%

Para onde foi

R$ 8.612
O maior gasto foi com transporte: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.612. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de E. M. BorgesR$ 1.73420,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Goiás, 2018

Mediana da disputa: R$ 33,7 por voto. Quem venceu, Delegado Waldir, gastou R$ 2,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 2,69.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 486 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.