Apuração
Deputado federal · 2018 · PRTB

Prof. Walter Paulo

Walter Paulo de Oliveira Santiago · nasceu em 1941

Prof. Walter Paulo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008AGIR2014MOBILIZA2016PHS2018PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: AGIR (2008), MOBILIZA (2014), PHS (2016), PRTB (2018).

Dep. federalVice-prefeitoVereadorPartidoAGIRMOBILIZAPHSPRTB200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 77 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Goiás
    PRTB 2828· direita
    não eleito30.401 votos; 29º mais votado de 197 no estado
  2. 2016
    Vice-prefeito · Senador Canedo (GO)
    PHS 55· centro-direita· na urna, Professor Walter Paulo
    Na chapa de Divino Lemes
    chapa eleita21.382 votos da chapa, 42,1%
  3. 2014
    Deputado federal · Goiás
    MOBILIZA 3310· centro-direita· na urna, Prof.walter Paulo da Padrao
    candidatura não chegou à urna
  4. 2008
    Vereador · Goiânia (GO)
    AGIR 36123· centro-direita· na urna, Prof. Walter Paulo-Fac. Padrão
    suplente5.219 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Prof. Walter Paulo teve 30.401 votos para deputado federal, 1,0% dos votos válidos do estado: 29º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 225 cidades. Goiânia deu 20,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 65,4%.

30.401 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 30.401 votos.
  1. Goiânia (GO)6.200 votos20,4%
  2. Luziânia (GO)2.320 votos7,6%
  3. Senador Canedo (GO)1.754 votos5,8%
  4. Trindade (GO)1.402 votos4,6%
  5. Aparecida de Goiânia (GO)1.301 votos4,3%
  6. Outras 210 cidades10.530 votos34,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Prof. Walter Paulo declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2014 e 2018, o total caiu R$ 3,1 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 810.000 na declaração)

Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Goiás em 2018.

  • Prof. Walter PauloR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 170,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 1,1 mi
    Construção
  2. #Nulo#R$ 137 mil
    Outros bens e direitos
  3. #Nulo#R$ 15,2 mil
    Outras participações societárias
  4. #Nulo#R$ 15,2 mil
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Walter Paulo declarou ao TSE R$ 2,7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,1 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Goiás · PRTB · não eleito

De onde veio

R$ 695,6 mil
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 695,6 mil.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 679,3 mil97,7%
  2. Outros candidatosR$ 13 mil1,9%
  3. PartidoR$ 3.2660,5%

Para onde foi

R$ 674 mil
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 674 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal101 pessoas, não nomeadasR$ 85,2 mil12,6%
  2. OutrosR$ 23,1 mil3,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 6030,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Goiás, 2018

Prof. Walter Paulo: R$ 22,2 por voto (mediana da disputa, R$ 33,7). Quem venceu, Delegado Waldir, gastou R$ 2,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 2,69.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Walter Paulo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 53 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 4,9 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.