Sargento Gabriel
Gabriel Gonçalves de Azevedo · nasceu em 1953
Sargento Gabriel se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: DEM (2004), PP (2008), PROS (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, ensino médio, militar reformado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sargento Gabriel declarou R$ 936,6 mil em bens, em reais de hoje: 43 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 356,6 mil acima da inflação.
Declarou 43 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Sargento GabrielR$ 936,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sargento Gabriel declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,5 mil, 1,9% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Comercinho (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.74184,8%
- PessoasR$ 31115,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Comercinho (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 55,8 por voto. Quem venceu, Salete Do Sindicato, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 170; o mais barato, R$ 15,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleusa Da Jabuticaba PODER$ 4,6 mil · 27 votosR$ 170
- Érica Soares PODER$ 4,6 mil · 34 votosR$ 135
- Ana Do Bom Jardim PODER$ 4,6 mil · 42 votosR$ 110
- Pó De Arroz REPUBLICANOSR$ 3 mil · 33 votosR$ 90,3
- Maria De Delio SOLIDARIEDADER$ 3,3 mil · 40 votosR$ 81,7
- Betania De Dimazão REPUBLICANOSR$ 3 mil · 39 votosR$ 77,5
- Hiago De Damiana PTR$ 3,1 mil · 55 votosR$ 55,8
- Dé Viludo PTR$ 3,3 mil · 66 votosR$ 49,5
- Meire Da Saúde PODER$ 4,6 mil · 106 votosR$ 43,4
- Zé Messias REPUBLICANOSR$ 3 mil · 85 votosR$ 35,8
- Evandro De Zé Coã SOLIDARIEDADER$ 3,2 mil · 110 votosR$ 29,2
- Salete Do Sindicato REPUBLICANOSR$ 3 mil · 190 votosR$ 15,9
Votos por real
- 2020, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.