Apuração
Vereador · 2024 · PODE

Dé Viludo

Edivaldo Ursino dos Santos · nasceu em 1980

Dé Viludo se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPODE−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PT2020PT2024PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PT (2012–2020), PODE (2024).

VereadorPartidoPTPODE2012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 44 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Comercinho (MG)
    PODE 20999· direita
    não eleito
  2. 2020
    Vereador · Comercinho (MG)
    PT 13111· esquerda
    suplente
  3. 2016
    Vereador · Comercinho (MG)
    PT 13111· centro-esquerda
    eleito213 votos
  4. 2012
    Vereador · Comercinho (MG)
    PT 13111· centro-esquerda· na urna, Dé Veludo
    suplente127 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Dé Viludo declarou R$ 1.657 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 12,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1.657
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.500 na declaração)

Declarou 6% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.

  • Dé ViludoR$ 1.657
  • Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 1.657. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Dé Viludo declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Comercinho (MG) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 405
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 405.
  1. PartidoR$ 20851,4%
  2. Próprio bolsoR$ 19748,6%

Para onde foi

R$ 197
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Comercinho (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 5,73 por voto. Quem venceu, Super 10, gastou R$ 1,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 182; o mais barato, R$ 1,26.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.