Saran da Doação de Sangue
José Pedro Saran · nasceu em 1950
Saran da Doação de Sangue se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Saran da Doação de Sangue declarou R$ 137,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Saran da Doação de SangueR$ 137,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Uma casa de moradiaR$ 67,4 milImóveis
- Veculo ford belina 1985R$ 20,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- 50% Cap. social da empresa aroeira s.m. construtora-meR$ 13,5 milEmpresas e participações
- Um terreno em brodowski-spR$ 13,5 milImóveis
- Uma camioneta 1973R$ 9.437Veículos, barcos e aeronaves
- 50% De um terrenoR$ 5.579Imóveis
- Caareta reboqueR$ 5.393Veículos, barcos e aeronaves
- Saldo bancario banco bradescoR$ 2.551Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Saran da Doação de Sangue declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Brodowski (SP) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.03289,6%
- Outros candidatosTudo de Alfredo Amador TonelloR$ 90810,1%
- PessoasR$ 290,3%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 1.95521,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.01711,3%
- OutrosR$ 90810,1%
- ServiçosR$ 5015,6%
- EscritórioR$ 2252,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Brodowski (SP), 2008
Saran Da Doação De Sangue: R$ 24,9 por voto (mediana da disputa, R$ 16,3). Quem venceu, Inhaque, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 73; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Saran Da Doação De Sangue. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Fossa PTR$ 25 mil · 345 votosR$ 73
- Lala PTR$ 16 mil · 237 votosR$ 66,4
- Professor Flavio PTR$ 3,8 mil · 75 votosR$ 50,9
- Saran Da Doação De Sangue PPR$ 9 mil · 360 votosR$ 24,9
- Marretinha PSDBR$ 12 mil · 567 votosR$ 22
- Gilmar Berlese PSDBR$ 11 mil · 606 votosR$ 17,3
- Borginho MDBR$ 11 mil · 646 votosR$ 16,3
- Inhaque PTBR$ 6,9 mil · 462 votosR$ 15
- Roninho PTBR$ 5,7 mil · 416 votosR$ 13,7
- Dr. Nice PSDBR$ 4,2 mil · 362 votosR$ 11,7
- Irdão Fião PLR$ 4,1 mil · 382 votosR$ 10,8
- Ildinho MDBR$ 4,2 mil · 405 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.