Apuração
Deputado estadual · 2010 · PT

Sandro Resende

Sandro de Resende Cardoso · nasceu em 1972

Sandro Resende disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Goiás), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 38 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Goiás
    PT 13213· centro-esquerda
    suplente5.580 votos; 136º mais votado de 539 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Sandro Resende teve 5.580 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 136º lugar entre 539 candidatos.

Recebeu votos em 92 cidades. Ipameri deu 63,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,4%.

5.580 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.580 votos.
  1. Ipameri (GO)3.528 votos63,2%
  2. Goiânia (GO)1.305 votos23,4%
  3. Aparecida de Goiânia (GO)190 votos3,4%
  4. Pires do Rio (GO)72 votos1,3%
  5. Iporá (GO)43 votos0,8%
  6. Outras 77 cidades258 votos4,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Sandro Resende declarou R$ 178 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 178 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 72.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2010.

  • Sandro ResendeR$ 178 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 178 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Sandro Resende declarou ao TSE R$ 386 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Goiás · PT · suplente

De onde veio

R$ 386,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 386,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 167,2 mil43,3%
  2. Outros candidatosR$ 18,2 mil4,7%
  3. Próprio bolsoR$ 14 mil3,6%

Para onde foi

R$ 386,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 386,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal173 pessoas, não nomeadasR$ 241,6 mil62,6%
  2. TransporteR$ 13,4 mil3,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2010

Mediana da disputa: R$ 111 por voto. Quem venceu, Prof. Sônia Chaves, gastou R$ 58 por voto. O voto mais caro custou R$ 336; o mais barato, R$ 58.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.