Sandro da Oficina
Alexsandro da Silva Alves · nasceu em 1981
Sandro da Oficina disputou uma eleição, em 2004, para vereador (Palestina do Pará (PA)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 23 anos, até o fundamental, mecanico de manutencao. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Sandro da Oficina declarou ao TSE R$ 7,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Palestina do Pará (PA) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- EscritórioR$ 6.51683,3%
- ServiçosR$ 1.30316,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Palestina do Pará (PA), 2004
Sandro Da Oficina: R$ 47,7 por voto (mediana da disputa, R$ 13,3). Quem venceu, Cesar Do Bico Doce, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,7; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sandro Da Oficina. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandro Da Oficina PSDBR$ 7,8 mil · 164 votosR$ 47,7
- Djaci PSDBR$ 4,2 mil · 279 votosR$ 15,2
- Adeuvaldo PSDBR$ 3,6 mil · 270 votosR$ 13,3
- Cesar Do Bico Doce PDTR$ 5 mil · 455 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2004, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.