Samuel do Caminhão
Samuel dos Santos da Silva · nasceu em 1981
Samuel do Caminhão disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Bocaina de Minas (MG)), pelo PDT: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 27 anos, até o fundamental, motorista particular. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Samuel do Caminhão declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Bocaina de Minas (MG) · PDT · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Bocaina de Minas (MG), 2008
Samuel Do Caminhão: R$ 10,7 por voto (mediana da disputa, R$ 8,22). Quem venceu, Marcio Diniz - Marção, gastou R$ 6,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 10,7; o mais barato, R$ 6,40.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Samuel Do Caminhão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Samuel Do Caminhão PDTR$ 1,6 mil · 146 votosR$ 10,7
- Tião Do Oracy PDTR$ 1,5 mil · 183 votosR$ 8,22
- Marcio Diniz - Marção PDTR$ 1,5 mil · 241 votosR$ 6,40
Votos por real
- 2008, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.