Apuração
Prefeito · 2008 · PV

Salomão Peixoto

Salomão Peixoto Cavalcante · nasceu em 1956

Salomão Peixoto disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Jaru (RO)), pelo PV: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPV2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Jaru (RO)
    PV 43· centro-esquerda
    não eleito312 votos, 1,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Salomão Peixoto declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.

R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 657.300 na declaração)

Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Rondônia em 2008.

  • Salomão PeixotoR$ 1,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 556,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 752,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 3 Mini mercadoR$ 1,3 mi
    Outros
  2. I casa na av. jorge teixeira st 7R$ 188,7 mil
    Imóveis
  3. 1 Veiculo palio 2007R$ 94,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. 1 Veiculo palio 2003R$ 80,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. 2 Motocicletas titan fan 125R$ 21,6 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. 3 ReboquesR$ 16,2 mil
    Outros
  7. 1 Reboque de somR$ 12,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. 1 Motocicleta honda jobR$ 10,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Salomão Peixoto declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Jaru (RO) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 69,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 20,8 mil29,9%
  2. PessoasR$ 2.1423,1%

Para onde foi

R$ 69,2 mil
O maior gasto foi com outros: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 8.68012,5%
  2. TransporteR$ 2.6773,9%
  3. Material impressoR$ 1.8472,7%
  4. ServiçosR$ 9371,4%
  5. EscritórioR$ 6430,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Jaru (RO), 2008

Salomão Peixoto: R$ 222 por voto (mediana da disputa, R$ 102). Quem venceu, Jean, gastou R$ 4,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 222; o mais barato, R$ 4,93.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Salomão Peixoto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 4,5 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.