Sadi
Sadi Luzardo Candido dos Santos · nasceu em 1968
Sadi se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, empresário, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Cambará do Sul (RS)PDT 12· centro-esquerdaNa chapa de Denochapa não eleita95 votos da chapa, 2,2%
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sadi declarou R$ 7.820 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 733 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Sadi declarou ao TSE R$ 5,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Cambará do Sul (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.56264,7%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 1.94335,3%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3245,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Cambará do Sul (RS), 2016
Sadi: R$ 15,3 por voto (mediana da disputa, R$ 37,5). Quem venceu, Denise, gastou R$ 15,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 269; o mais barato, R$ 15,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sadi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Guilherme Oliveira PSBR$ 4,6 mil · 17 votosR$ 269
- Tio Paulo PPR$ 4,6 mil · 78 votosR$ 58,6
- Tico Tico PPR$ 4,5 mil · 85 votosR$ 52,9
- Dariel Macedo PPR$ 8,6 mil · 166 votosR$ 51,7
- Nelsonir PTR$ 11 mil · 223 votosR$ 51,4
- Xyru CIDADANIAR$ 4,7 mil · 115 votosR$ 41,2
- Jandira MDBR$ 4,8 mil · 129 votosR$ 37,5
- Luiz Antonio - Xoxa PPR$ 5,4 mil · 199 votosR$ 27,1
- Hailton Boeira PSDBR$ 5,6 mil · 240 votosR$ 23,4
- Adenir Polli PSBR$ 4,6 mil · 198 votosR$ 23,1
- Sadi MDBR$ 5,5 mil · 359 votosR$ 15,3
- Denise PTBR$ 5,3 mil · 353 votosR$ 15,2
Votos por real
- 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.