Ruy Eccard
Helio Ecard · nasceu em 1949
Ruy Eccard se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ruy Eccard declarou R$ 433,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 346,2 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um apartamento rua general pereira da silva 137R$ 162,5 milPrédio residencial
- Um lote de terreno loteamento vista da serra estrada…R$ 81,2 milTerreno
- Um lote de terreno loteamento vista da serra estrada…R$ 81,2 milTerreno
- Imovel residencial na rua ana catarina de azevedoR$ 53,2 milPrédio residencial
- Um lote de terreno rua protrav. bairraljR$ 18,6 milTerreno
- Poupanca banco bradescoR$ 12,4 milPoupança para construção ou aquisição de bem imóvel
- Um automovel gol ano 1998/1999R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupanca na caixa economica federalR$ 11,8 milPoupança para construção ou aquisição de bem imóvel
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ruy Eccard declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itaocara (RJ) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.63981,3%
- PessoasR$ 1.52218,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.78170,8%
- ServiçosR$ 1.52218,7%
- Material impressoR$ 85810,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Itaocara (RJ), 2016
Ruy Eccard: R$ 24,6 por voto (mediana da disputa, R$ 22,3). Quem venceu, Fabinho Câmara, gastou R$ 9,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 9,26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ruy Eccard. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sierley Viana PSDR$ 4,9 mil · 37 votosR$ 132
- Bilingo PPR$ 4,8 mil · 55 votosR$ 87,4
- Otilinho Pontes PDTR$ 5,1 mil · 144 votosR$ 35,4
- Valter Arcenio Cabuqueiro PLR$ 4,7 mil · 146 votosR$ 32
- Ruy Eccard PSDBR$ 8,2 mil · 332 votosR$ 24,6
- Batista MDBR$ 8,6 mil · 382 votosR$ 22,5
- Izaias O Veio PLR$ 5,1 mil · 229 votosR$ 22,3
- Robson Vogas PSDBR$ 13 mil · 602 votosR$ 22
- Manoel Pressão PPR$ 6,1 mil · 435 votosR$ 14,1
- Edson Da Sinuca PATRIOTAR$ 6,7 mil · 480 votosR$ 14
- Rondinely Correa PSOLR$ 4,8 mil · 366 votosR$ 13
- Fabinho Câmara CIDADANIAR$ 6,1 mil · 661 votosR$ 9,26
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.