Rui de Rosis
Rui Sergio Gomes de Rosis · nasceu em 1953
Rui de Rosis se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: MDB (2016), PSL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rui de Rosis declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje: 128 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 323,8 mil acima da inflação.
Declarou 128 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Rui de RosisR$ 2,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 50% de Imovel na Av. Washington LuisR$ 840,1 milApartamento
- 50% de Imovel na Av. Pedro LessaR$ 581 milCasa
- 50% de Imovel na Av. Oswaldo CruzR$ 426 milCasa
- 50% de Imovel na Rua Conselheiro LafaietR$ 347,8 milApartamento
- 50% de Imovel na Av. Epitacio PessoaR$ 13,5 milApartamento
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rui de Rosis declarou ao TSE R$ 271 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 171 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santos (SP) · PSL · eleito
De onde veio
- Pessoas19 pessoas, não nomeadasR$ 126 mil73,6%
- Próprio bolsoR$ 45,3 mil26,4%
Para onde foi
- Pessoal97 pessoas, não nomeadasR$ 84,5 mil49,4%
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 18,4 mil10,7%
- TransporteR$ 11,2 mil6,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,6 mil6,2%
- EscritórioR$ 6.8014%
- ServiçosR$ 4.7892,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Santos (SP), 2020
Rui De Rosis: R$ 46,4 por voto (mediana da disputa, R$ 43,6). Quem venceu, Telma De Souza, gastou R$ 9,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.482; o mais barato, R$ 9,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rui De Rosis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Professora Priscila Mara PODER$ 283 mil · 191 votosR$ 1.482
- Elias Carneiro PSBR$ 133 mil · 630 votosR$ 211
- Paulo Mansur PPR$ 184 mil · 1.456 votosR$ 126
- Chico Nogueira PTR$ 98 mil · 1.366 votosR$ 71,5
- Rui De Rosis PSLR$ 171 mil · 3.694 votosR$ 46,4
- Ademir Pestana PSDBR$ 94 mil · 2.164 votosR$ 43,6
- Adilson Junior PPR$ 123 mil · 2.871 votosR$ 42,8
- Augusto Duarte PSDBR$ 81 mil · 2.014 votosR$ 40,3
- Zequinha Teixeira PPR$ 110 mil · 2.778 votosR$ 39,5
- Pastor Roberto De Jesus REPUBLICANOSR$ 103 mil · 2.720 votosR$ 38
- Telma De Souza PTR$ 83 mil · 8.381 votosR$ 9,85
Votos por real
- 2020, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.