Rubinho Pedreiro
Joao Roberto Pereira · nasceu em 1968
Rubinho Pedreiro se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 5 partidos: DEM (2008), PSD (2012), PL (2016), PTB (2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Rubinho Pedreiro declarou R$ 207,7 mil em bens, em reais de hoje: 9,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 96,3 mil acima da inflação.
Declarou 9,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Rubinho PedreiroR$ 207,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- TerrenoR$ 110,5 milTerreno
- Veículo utilitárioR$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro de passeioR$ 22,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- MotocicletaR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CarretinhaR$ 5.523Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- MotocicletaR$ 3.314Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Rubinho Pedreiro declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Piquete (SP) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.22589,7%
- PartidoR$ 14110,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Piquete (SP), 2024
Rubinho Pedreiro: R$ 6,73 por voto (mediana da disputa, R$ 9,07). Quem venceu, Professor Juninho, gastou R$ 1,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 37,1; o mais barato, R$ 1,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rubinho Pedreiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rafael Do Depósito PPR$ 3,4 mil · 93 votosR$ 37,1
- Osmar Santos PSBR$ 1,7 mil · 50 votosR$ 33,4
- Claudinei PLR$ 4,2 mil · 266 votosR$ 15,8
- Tenente Junior PLR$ 1,2 mil · 75 votosR$ 15,7
- Christiane Do Cariri PPR$ 1,7 mil · 159 votosR$ 10,7
- Jana Protetora Dos Animais PODER$ 2,1 mil · 232 votosR$ 9,07
- Rubinho Pedreiro PODER$ 1,2 mil · 182 votosR$ 6,73
- Betinho Do Quilombo PRTBR$ 853 · 157 votosR$ 5,43
- Geraldo Dentista REPUBLICANOSR$ 1,2 mil · 373 votosR$ 3,31
- André Uchoas REPUBLICANOSR$ 840 · 371 votosR$ 2,26
- Professor Juninho REPUBLICANOSR$ 744 · 380 votosR$ 1,96
Votos por real
- 2024, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 134 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.