Rubens Ittner
Rubens Reinhold Ittner · nasceu em 1961
Rubens Ittner se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2012), PSC (2020–2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2022, suplente na chapa.
Declarou ao TSE em 2022: 61 anos, superior incompleto, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022
- 2020Vice-prefeito · Indaial (SC)PSC 20· direitaNa chapa de Lucio Vanderlindechapa não eleita3.679 votos da chapa, 12,1%
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Rubens Ittner declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 1,3 mi acima da inflação.
Os 10 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- IndaialR$ 364,5 milTerreno
- Armação penhaR$ 306 milTerreno
- #NuloR$ 262,6 milTerreno
- Imovel em timboR$ 240,9 milBenfeitorias
- Popança BBR$ 150,5 milOutros créditos e poupança vinculada
- Industria textilR$ 23,5 milQuotas ou quinhões de capital
- MonzaR$ 7.227Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta correnteR$ 2.933Conta corrente no país
- Nr 333.2561R$ 1.818Linha telefônica
- Poupança CEFR$ 434Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rubens Ittner declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 38 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Indaial (SC) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 28,4 mil74,8%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 7.36519,4%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 2.1735,7%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0012,6%
- RepassesR$ 1000,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Indaial (SC), 2012
Rubens Ittner: R$ 33,3 por voto (mediana da disputa, R$ 69,7). Quem venceu, André Moser, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 478; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rubens Ittner. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudio Bublitz PSDR$ 44 mil · 93 votosR$ 478
- Neco Wilmar Giovanella PSDBR$ 43 mil · 458 votosR$ 93,8
- Professora Marili Bogo PSDR$ 61 mil · 691 votosR$ 88,1
- Klock PSDR$ 73 mil · 931 votosR$ 78,3
- Marli W. Menegazzi (Diretora) MDBR$ 37 mil · 480 votosR$ 77,2
- Alemão - Lindomar Lindner PSDBR$ 70 mil · 910 votosR$ 76,7
- Santo Antônio MDBR$ 62 mil · 886 votosR$ 69,7
- Anderson Batata PPR$ 70 mil · 1.193 votosR$ 58,5
- Fink PSDBR$ 55 mil · 1.040 votosR$ 52,5
- Rubens Ittner MDBR$ 38 mil · 1.137 votosR$ 33,3
- Fritz MDBR$ 43 mil · 1.804 votosR$ 24,1
- André Moser PSDBR$ 40 mil · 1.738 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.