Rubão
Rubem Batista de Macedo · nasceu em 1960
Rubão se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2012 e 2016.
Passou por 5 partidos: PV (2004), AGIR (2008), PP (2012), PDT (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Governador Luiz Rocha (MA)AGIR 12· centro-direitaNa chapa de Zezãochapa não eleita1.708 votos da chapa, 39,9%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rubão declarou R$ 290,2 mil em bens, em reais de hoje: 43 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 195,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 43 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- RubãoR$ 290,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Localizado no município de Gov. Luiz RochaR$ 143,6 milTerreno rural
- Um trator de pneuR$ 129,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um carro popularR$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma motoR$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rubão declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Governador Luiz Rocha (MA) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.53860,8%
- Material impressoR$ 1.32722,8%
- TransporteR$ 92015,8%
- EscritórioR$ 300,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Luiz Rocha (MA), 2020
Rubão: R$ 30,6 por voto (mediana da disputa, R$ 30,6). Quem venceu, Nivaldo Da D20, gastou R$ 7,29 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.247; o mais barato, R$ 7,29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rubão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pedro Enedina PROSR$ 17 mil · 4 votosR$ 4.247
- Eliane Reis PLR$ 4,7 mil · 14 votosR$ 334
- Ivanilde Pessoa PC do BR$ 15 mil · 51 votosR$ 286
- Domingas Do Lió PC do BR$ 14 mil · 64 votosR$ 223
- Osmarina Andrade PROSR$ 17 mil · 232 votosR$ 73,2
- Bodim PC do BR$ 4,3 mil · 80 votosR$ 53,3
- Rubão PLR$ 5,8 mil · 190 votosR$ 30,6
- Pretinha PLR$ 5 mil · 167 votosR$ 30,1
- Professor Edilson PLR$ 5,3 mil · 354 votosR$ 14,8
- Tony Blayr PC do BR$ 5,4 mil · 390 votosR$ 13,8
- Mundico PLR$ 4,4 mil · 351 votosR$ 12,5
- Nivaldo Da D20 PC do BR$ 4 mil · 544 votosR$ 7,29
Votos por real
- 2020, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.