Rosa do Dó
Rosimar Santana Monteiro · nasceu em 1955
Rosa do Dó disputou uma eleição, em 2004, para prefeita (Novo Oriente do Piauí (PI)), pelo PP: não eleita.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2004, não eleita.
Declarou ao TSE em 2004: 48 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Rosa do Dó declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeita · Novo Oriente do Piauí (PI) · PP · não eleita
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 6.48381,6%
- Próprio bolsoR$ 1.46618,4%
Para onde foi
- TransporteTudo de Noronha E Martins LtdaR$ 2.39530,1%
Quanto custou cada voto: prefeita, Novo Oriente do Piauí (PI), 2004
Rosa Do Dó: R$ 16,1 por voto (mediana da disputa, R$ 16,1). Quem venceu, Rita Lopes, gastou R$ 34 por voto. O voto mais caro custou R$ 34; o mais barato, R$ 2,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rosa Do Dó. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rita Lopes PTBR$ 56 mil · 1.651 votosR$ 34
- Rosa Do Dó PPR$ 7,9 mil · 494 votosR$ 16,1
- Genivaldo Torres PC do BR$ 3,9 mil · 1.315 votosR$ 2,96
Votos por real
- 2004, prefeita: 62 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.