Apuração
Prefeita · 2016 · PSB

Rosa

Rosamelia Magalhães Andrade · nasceu em 1965

Rosa se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSB2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSB.

PrefeitaVereadoraPartidoPSB201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2016, não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSB 40· centro-esquerda
    não eleita5.516 votos, 29,0%
  2. 2012
    PSB 40673· centro-esquerda· na urna, Rosamelia
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Rosa declarou R$ 105,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 105,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 64.992 na declaração)

Declarou 23% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.

  • RosaR$ 105,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 105,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Rosa declarou ao TSE R$ 114 mil em receitas, em reais de hoje, 14% de dinheiro público.

2016 · Prefeita · Brasília de Minas (MG) · PSB · não eleita

De onde veio

R$ 114 mil
14% veio de fundos públicos; 29 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 114 mil.
  1. Pessoas29 pessoas, não nomeadasR$ 66,3 mil58,2%
  2. Próprio bolsoR$ 31,5 mil27,6%
  3. Fundo partidárioTudo de Partido Da Republica - PrR$ 16,2 mil14,2%

Para onde foi

R$ 114 mil
O maior gasto foi com transporte: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 114 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal79 pessoas, não nomeadasR$ 29,6 mil26%
  2. Material impressoTudo de Cartex Artes Graficas E Off Set Ltda - EppR$ 9.6898,5%
  3. ServiçosR$ 4.8584,3%
  4. EventosR$ 3.2382,8%

Quanto custou cada voto: prefeita, Brasília de Minas (MG), 2016

Rosa: R$ 20,7 por voto (mediana da disputa, R$ 13,9). Quem venceu, Professor Geelison, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,7; o mais barato, R$ 5,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeita: 48 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.