Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Roquinho

Roque José Agostinho · nasceu em 1942

Roquinho disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Campo Limpo Paulista (SP)), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 66 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    DEM 25625· direita
    suplente702 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Roquinho declarou R$ 132,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 132,3 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 49.070 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • RoquinhoR$ 132,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 132,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Roquinho declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Campo Limpo Paulista (SP) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 40,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 40,4 mil.
  1. PessoasR$ 32,7 mil80,9%
  2. EmpresasR$ 5.62313,9%
  3. PartidoR$ 1.3393,3%
  4. Outros candidatosR$ 7441,8%

Para onde foi

R$ 40,3 mil
O maior gasto foi com outros: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 40,3 mil.
  1. OutrosR$ 16 mil39,7%
  2. Material impressoR$ 10,6 mil26,3%
  3. PessoalR$ 9.63923,9%
  4. TransporteR$ 2.9107,2%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 8032%
  6. EscritórioR$ 3610,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo Limpo Paulista (SP), 2008

Roquinho: R$ 57,4 por voto (mediana da disputa, R$ 47,7). Quem venceu, Dulce Da Promoção, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 19,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Zé Luiz PTR$ 100 mil · 454 votosR$ 221
  • Neive CIDADANIAR$ 45 mil · 233 votosR$ 193
  • Nildo Tatá Larangeira Do Fórum PTR$ 25 mil · 259 votosR$ 98,1
  • Roquinho DEMR$ 40 mil · 702 votosR$ 57,4
  • Marcão PVR$ 51 mil · 996 votosR$ 51,4
  • Quinha PTR$ 24 mil · 507 votosR$ 47,7
  • Dr. Reinaldo PSDBR$ 47 mil · 1.252 votosR$ 37,2
  • Maria Paranhos DEMR$ 44 mil · 1.478 votosR$ 29,8
  • Rosalina PTBR$ 29 mil · 1.351 votosR$ 21,2
  • Nene Do Vitoria MDBR$ 31 mil · 1.558 votosR$ 19,8
  • Dulce Da Promoção PSDBR$ 40 mil · 2.098 votosR$ 19,1

Votos por real

  • 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.