Apuração
Vereador · 2004 · PSDB

Roque Cornelius

Hilton Roque Cornelius · nasceu em 1950

Roque Cornelius disputou uma eleição, em 2004, para vereador (Maratá (RS)), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSDB2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 54 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor publico). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Maratá (RS)
    PSDB 45145· centro-direita
    suplente71 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Roque Cornelius declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Maratá (RS) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 4.493
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 4.493
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.493.
  1. Material impressoR$ 2.78662%
  2. TransporteR$ 1.02322,8%
  3. EventosR$ 68415,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Maratá (RS), 2004

Roque Cornelius: R$ 63,3 por voto (mediana da disputa, R$ 59,1). Quem venceu, Tarso, gastou R$ 23,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 468; o mais barato, R$ 23,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roque Cornelius. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ricardo Dietrich PSDBR$ 4,7 mil · 10 votosR$ 468
  • Ivo Camillo PTBR$ 8 mil · 91 votosR$ 87,7
  • Délcio Kerber PTBR$ 4,6 mil · 59 votosR$ 77,3
  • Lauro PDTR$ 4,5 mil · 63 votosR$ 70,8
  • Roque Cornelius PSDBR$ 4,5 mil · 71 votosR$ 63,3
  • Nairo MDBR$ 6,4 mil · 105 votosR$ 61,1
  • Rui Werle PTBR$ 7 mil · 118 votosR$ 59,1
  • Marinho PTBR$ 6,2 mil · 122 votosR$ 51,1
  • Ivário PTBR$ 7,7 mil · 159 votosR$ 48,4
  • Souza PPR$ 6 mil · 132 votosR$ 45,4
  • Raul PTBR$ 4,5 mil · 182 votosR$ 24,8
  • Tarso MDBR$ 5 mil · 216 votosR$ 23,2

Votos por real

  • 2004, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.